O plano

18 03 2009

vassoura

Hoje eu estava correndo andando no meu ritmo habitual, quando topei com uma duplinha de tartarugas. As duas sujeitas andavam sem pressa e não pareciam muito interessadas em me deixar passar. O passeio era delas. Eu já começava a me irritar quando pesquei uma frase no meio da conversa…

A conversa

Com um salário daqueles, como é que ia alimentar três filhos?

A situação

Augusta estava desempregada há três meses. Tinham pegado ela roubando comida da despensa.  Mas também… com um salário daqueles, como é que ia alimentar três filhos? Roubou mesmo! E agora estava ali sem emprego e sem despensa.

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Oh! L’amour!

16 03 2009

Dando continuidade à seção de conversas pescadas nas ruas, no dia 18 de junho do ano passado eu estava indo assistir ao espetáculo do Grupo Galpão no Centro de Vivências da UFV. No caminho, passei perto de duas garotas. Como falavam muito alto, pude ouvir uma parte da conversa que logo anotei no bloquinho…

A Conversa

Aí ele falou: e essa voz de macho aí? E eu: é o pai dela!

A Situação

Mariana (vamos chamá-la de Mariana), conheceu Antônio em fevereiro. Ele tinha acabado de perder 23 quilos e nunca havia recebido tanta atenção feminina em toda a sua vida. Ainda assim, largou a sua breve vida de Don Juan para namorar Mariana. Foi sua primeira namorada.

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O Clube

16 03 2009

Sempre que procuro conversas interessantes para pescar, só encontro interjeições (Nossa! Sério? Verdade? Cruzes!). Não adianta procurar. As frases aparecem quando a gente menos espera.

Foi assim sexta passada. Estava indo tomar café da manhã na padaria quando ouvi um negócio que me deixou intrigada. Eram duas senhoras conversando. Senhoras classe média alta. Senhoras 50-anos-pra bem-mais.

A conversa

“se você dançar mais de 4 minutos com a mesma pessoa…”

A situação

Vamos chamá-las de Margarida e Imaculada. Margarida é viúva há mais de dez anos. Não sofreu quando o marido bateu as botas. Era um chato de galocha – costuma dizer. Aliás, foi depois que ficou viúva que começou a aproveitar a vida direito. Aulas de pintura, yoga, pilates, culinária… e o clube. Aliás, era do clube que ela estava falando.

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A mutante mineira

16 03 2009

Sabe quando você está andando pela rua e sem querer (sem maldade nenhuma) acaba pescando trechos de conversas alheias? Pois é… Então… para aumentar o número de categorias de posts ali do lado, resolvi começar a postar as conversas que escuto pela metade nas ruas. Não garanto que vá sair nada interessante, mas vou tentar.

Contudo, nesse primeiro post não vou contar uma conversa que eu ouvi – mesmo porque, a última que eu consegui pescar era algo como “Vão? Vão. Quanto tá? Sei lá…”

Tudo bem que eles poderiam estar combinando de ir a uma rinha secreta de crianças de três anos geneticamente modificadas com orelhas nas costas que soltam raios pelas narinas e lutam até a morte (ou até a hora da soneca).

Tá bom. Parei. Do que eu estava falando mesmo?

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